Os Museus do Vaticano começaram em 1506, quando o papa Júlio II expôs ao público uma única escultura recém-descoberta — o Laocoonte — no Pátio do Belvedere. Ao longo dos cinco séculos seguintes, papas sucessivos ampliaram a coleção até se tornar no vasto complexo de mais de 50 galerias que os visitantes veem hoje.
Formalizados como museu públicoSéculo XVIII (Museu Pio-Clementino)
HojeMais de 50 galerias e museus
O que começou como uma única escultura num pátio cresceu, galeria a galeria e papa a papa, até se tornar
no complexo que os visitantes percorrem hoje.
Século XVIII: tornar-se um museu
Os papas Clemente XIV e Pio VI formalizaram a crescente coleção de esculturas como o Museu
Pio-Clementino, no final do século XVIII, o primeiro passo real rumo a um museu público, e não apenas a uma
exposição papal privada.
Século XIX: novas coleções
O Museu Etrusco (1837) e o Museu Egípcio (1839) foram acrescentados sob o papa Gregório XVI,
alargando a coleção muito para além da arte clássica e renascentista.
Séculos XX–XXI
Novas reorganizações, o acréscimo de arte religiosa moderna, e um número de visitantes em constante
aumento tornaram os Museus do Vaticano num dos complexos museológicos mais visitados do mundo.
Os Museus do Vaticano estiveram sempre abertos ao público?
Não desde o início — a coleção começou como uma exposição papal privada em 1506, com um acesso público mais amplo a desenvolver-se gradualmente, sobretudo a partir do século XVIII.
Que papa é considerado o verdadeiro fundador dos Museus do Vaticano?
Júlio II, por ter exposto o Laocoonte ao público em 1506 — embora os Museus, como instituição coerente, tenham tomado forma definitiva sob papas posteriores que continuaram a ampliar a coleção.
A coleção dos Museus do Vaticano alguma vez encolheu, ou só cresceu ao longo do tempo?
Só cresceu — apesar de algumas interrupções ocasionais em tempos de guerra, nenhum papa reduziu significativamente a coleção desde a sua fundação.