O Museu Egípcio, fundado em 1839 sob o papa Gregório XVI, alberga uma das maiores coleções de antiguidades do antigo Egito e do Próximo Oriente fora do Egito, incluindo múmias, sarcófagos e estátuas — muitas vezes uma das secções mais interessantes para crianças.
FocoAntiguidades do antigo Egito e Próximo Oriente
A coleção nasceu de aquisições e escavações papais do século XIX, e situa-se perto do início
do percurso de visita — fácil de ver sem um grande desvio, e um verdadeiro destaque para os
visitantes mais novos, que de outra forma poderiam perder o interesse depois de galeria após galeria de pintura renascentista.
A coleção estende-se por nove salas, dispostas aproximadamente por tema em vez de estrita cronologia — sarcófagos e objetos funerários agrupam-se perto da entrada, com uma exposição mais pequena de material mesopotâmico e assírio mais à frente, que a maioria dos visitantes passa sem parar.
Vale a pena visitar o Museu Egípcio se estiver com pouco tempo?
Só se a história egípcia lhe interessar especificamente — é uma das primeiras secções do percurso padrão, por isso saltá-la é simples se preferir poupar tempo para a Capela Sistina.
Como é que o Vaticano passou a ter uma coleção egípcia?
O papa Gregório XVI fundou-a em 1839 para albergar um número crescente de antiguidades egípcias e do Próximo Oriente já em mãos do Vaticano, algumas trazidas originalmente para Roma na Antiguidade.
Há mesmo múmias em exposição, não apenas estátuas e artefactos?
Sim — várias múmias e sarcófagos estão em exposição, parte da razão pela qual a secção tende a prender mais a atenção das crianças do que algumas das galerias de pintura.