Nascido em Urbino em 1483, filho de um pintor, Rafael tornou-se um dos artistas mais requisitados de Itália antes dos trinta anos, dirigiu um grande ateliê em Roma, e morreu subitamente em 1520, com apenas 37 anos.
Conhecido porProdução prolífica através de um grande ateliê
Morreu1520, aos 37 anos, sepultado no Panteão
Alcançou numa vida curta o que outros não conseguiram no dobro do tempo.
Um prodígio de uma família de pintores
A morte do pai quando Rafael tinha 11 anos empurrou-o cedo para ateliês de pintura; já era um mestre consagrado no início da casa dos vinte.
O charme como trunfo profissional
Ao contrário do difícil Miguel Ângelo, Rafael era, segundo a maioria dos relatos, sociável e diplomata — qualidades que o ajudaram a dirigir um dos maiores ateliês da época e a garantir encomendas papais.
Uma morte súbita
Morreu na Sexta-Feira Santa de 1520 após uma breve doença, aos 37 anos; os contemporâneos, incluindo Vasari, deram relatos contraditórios sobre a causa exata. Foi sepultado, a seu próprio pedido, no Panteão.
Como conseguiu Rafael, morrendo com apenas 37 anos, produzir tanto trabalho no Vaticano?
Dirigia um grande e altamente organizado ateliê de assistentes que executavam grande parte da pintura a partir dos seus desenhos — uma prática renascentista comum que lhe permitia assumir muito mais encomendas do que uma só pessoa conseguiria terminar.
Rafael já era famoso antes de vir para Roma?
Sim — tinha construído uma forte reputação em Florença e Urbino no início da casa dos vinte, razão pela qual o papa Júlio II o trouxe para Roma para trabalhar nos apartamentos papais hoje conhecidos como as Salas de Rafael.
Em que estava Rafael a trabalhar quando morreu?
Na Transfiguração, deixada inacabada com a sua morte em 1520 — foi concluída pelo seu ateliê e encontra-se agora na Pinacoteca Vaticana.